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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

In Memoriam


Pai Afonso 

Pai, brincando de esconde, esconde, fizeste a infância passar! 
Alegria, desespero, chorinho, na hora de procurar. 
Painho, cadê você? Era certo que você estava lá!
Um dia, segurando em sua mão, vi quando você se escondeu... 
Chorei, chamei, mas em vão, você nunca mais apareceu. 
Onde, onde você está? 
Será que em uma estrela, me esperando pra brincar? 
Painho, um dia eu te acho...

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