Onde buscar a paz? Onde buscar prazer?
Onde buscar alegria? Onde buscar viver?
Todos os nossos anseios se esvaem no dia a dia,
Já não restam soluções para um viver de agonia.
Cultiva-se a morte, mata-se a vida!
Ninguém se dá conta que a vida se foi,
deixando um rastro de sangue pisado por todos nós?
Regada por muitas lágrimas, que tenta lavar a dor.
Uma dor que se mistura não se sabe direito de que:
De se perder um amado ou de ver um amado se perder!
A morte é exaltada em tudo que se pode vê:
Em caveiras espalhadas, na moda, nos brinquedos e no lazer.
A morte é o prato do dia, é a música das paradas, a reza da Ave Maria.

"É preciso explicar porque o MUNDO de hoje que é HORRÍVEL, é apenas UM momento do longo desenvolvimento histórico e que a ESPERANÇA sempre foi uma das forças dominantes das REVOLUÇÕES e das INSURREIÇÕES. E eu ainda sinto a ESPERANÇA como minha concepção de futuro."
ResponderExcluirJean Paul Sartre, 1963. Prefácio de “Os condenados da Terra": de Franz Rafon.
Pertinente o seu comentário Dai. Escreverei sobre a esperança também!
ExcluirMUITO LINDO AMIGA,PARABÉNS..
ResponderExcluirObrigada, amiga!
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